Lhasa Apso — perfil

Lhasa Apso🇨🇳

Lhasa Apso

CompanhiaPequenoGrupo 9 - Cães de Companhia
Modelo 3D disponível

Ficha Técnica

PESO

5–8kg

ALTURA

25–28cm

ENERGIA

Moderado

VIDA

12–15anos

PORTE

Pequeno

ORIGEM

China (Tibete)🇨🇳

TEMPERAMENTO

AlertaConfianteIndependenteLealEspirituoso

PELAGEM

Dourado
Areia
Mel
Cinza escuro
+6 cores

TIPO DE PELO

Longo, denso, duro, liso

GRUPO FCI

Grupo 9 - Cães de Companhia
Conheça a fundo

Informações

Sobre a Raça

O Lhasa Apso é um pequeno sentinela tibetano com pelagem longa e imponente. Por trás da aparência de cão de colo, esconde-se um guardião alerta e independente. Desconfiado com estranhos mas devotado à família, tem personalidade forte para seu tamanho.

História

Originário do Tibete, era o cão sentinela dos monastérios budistas, alertando os monges sobre intrusos enquanto os Mastiffs Tibetanos guardavam do lado de fora. Considerado sagrado, acreditava-se que trazia boa sorte. Seu nome significa "cão sentinela de pelo longo".

Cuidados

Pelagem longa requer escovação diária ou tosa curta regular. Banhos a cada 2 semanas. Exercício moderado (30-45 minutos). Limpeza regular dos olhos. Pode ser teimoso no treinamento — paciência necessária.

Saúde

Propenso a problemas renais (nefropatia familiar), atrofia progressiva de retina, cherry eye, luxação de patela, alergias de pele e problemas dentários. Monitorar função renal regularmente.

Lhasa Apso — vista lateral
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Lhasa Apso quando filhote

Olha que neném

Foto do filhote em breve

Você sabia?

O sentinela sagrado do topo do mundo

No Tibete, a 3.500 metros de altitude, cercado pelos Himalaias, o Lhasa Apso passou mais de mil anos fazendo uma única coisa com perfeição absoluta: guardar mosteiros budistas. Enquanto os cães gigantes (Mastiff Tibetano) patrulhavam os portões externos, o Lhasa ficava dentro dos templos, vigiando os aposentos dos monges e avisando, com um latido estridente e desproporcional ao tamanho, sobre qualquer intruso. O nome "Lhasa" é literalmente a capital do Tibete, e "Apso" vem de "rapso", que na língua tibetana significa "parecido com cabra" — uma referência à pelagem longa e ondulada que protegia o cão do frio extremo das montanhas. Os monges acreditavam que o Lhasa Apso carregava almas de monges falecidos que não tinham alcançado ainda a iluminação completa — reencarnavam como cachorros sagrados até atingirem o próximo nível espiritual. Por causa disso, era estritamente proibido vender ou comercializar Lhasas. Só existia uma maneira legítima de conseguir um: receber de presente do Dalai Lama em pessoa. Em 1933, o Dalai Lama deu alguns Lhasas de presente para Charles Suydam Cutting, um explorador americano — e foi assim que a raça chegou ao Ocidente. Os Lhasas modernos mantêm o temperamento de guardião sagrado: são independentes (não obedecem cegamente, avaliam a situação primeiro), desconfiados com estranhos e extraordinariamente leais ao "seu" humano. Vivem, em média, 15-18 anos — um dos cães mais longevos do mundo — como se ainda estivessem acumulando carma antes da próxima reencarnação.