Malamute do Alasca — perfil

Malamute do Alasca🇺🇸

Alaskan Malamute

TrabalhoGrandeGrupo 5 - Spitz e Tipos Primitivos

Ficha Técnica

PESO

34–39kg

ALTURA

58–64cm

ENERGIA

Alto

VIDA

10–14anos

PORTE

Grande

ORIGEM

Estados Unidos🇺🇸

TEMPERAMENTO

AfetuosoLealDignoBrincalhãoIndependente

PELAGEM

Cinza claro e branco
Preto e branco
Sable e branco
Vermelho e branco
+1 cores

TIPO DE PELO

Longo, duplo, denso, grosso

GRUPO FCI

Grupo 5 - Spitz e Tipos Primitivos
Conheça a fundo

Informações

Sobre a Raça

O Malamute do Alasca é o gigante dos cães de trenó — maior e mais forte que o Husky. Com expressão nobre e pelagem espessa, é impressionante. Afetuoso e leal, adora pessoas mas pode ser dominante com outros cães. Requer exercício intenso e espaço.

História

Uma das raças mais antigas de cães de trenó, criado pela tribo Mahlemut dos Inuit no Alasca. Usado para puxar cargas pesadas em longas distâncias, era essencial para a sobrevivência da tribo. Participou das expedições ao Ártico e da corrida do ouro.

Cuidados

Pelagem extremamente densa com troca intensa bianual — escovação diária nesses períodos. Exercício vigoroso diário (2+ horas). Escavadores natos — cercas devem ser enterradas. Não tolera calor.

Saúde

Propenso a displasia de quadril, condrodisplasia (nanismo), polineuropatia hereditária, catarata, hipotireoidismo e torção gástrica. Avaliação oftalmológica e ortopédica regular.

Malamute do Alasca — vista lateral

Malamute do Alasca quando filhote

Olha que neném

Foto do filhote em breve

Você sabia?

O caminhoneiro do Ártico que não conhece o conceito de "devagar"

Enquanto o Husky Siberiano é o velocista, o Malamute do Alasca é o caminhoneiro: mais lento, mas capaz de puxar cargas absurdas por distâncias enormes sem parar. Um Malamute adulto pode puxar até 700kg — isso é mais que uma moto Harley-Davidson. A raça leva o nome dos Mahlemuts, uma tribo Inuit do noroeste do Alasca que dependia desses cães para sobrevivência: puxar trenós com suprimentos, caçar focas e ursos-polares, e aquecer crianças durante as noites árticas. A relação era tão vital que a tribo que tinha os melhores cães era a mais próspera. Durante a corrida do ouro no Klondike (1896-1899), mineradores pagavam fortunas por Malamutes — um único cão podia valer o equivalente a US$ 500, uma fortuna na época. O problema é que os mineradores cruzaram Malamutes com qualquer raça disponível para produzir mais cães rapidamente, quase destruindo a linhagem pura. Arthur Walden e Eva Seeley dedicaram décadas para recuperar a raça original. Na Segunda Guerra Mundial, Malamutes serviram nas tropas de busca e resgate no Ártico e como cães de carga em expedições militares. Curiosidade que donos descobrem rápido: Malamutes não latem — eles UIVAM. Longos uivos melodramáticos que parecem conversa filosófica com a lua. Vizinhos descrevem como "lobos urbanos". E diferente do Husky, o Malamute é teimoso no nível "eu ouvi, eu entendi, eu discordo". É o funcionário que lê o e-mail e decide responder amanhã.