Bernese Mountain Dog — perfil

Bernese Mountain Dog🇨🇭

Berner Sennenhund

TrabalhoGrandeGrupo 2 - Pinschers, Schnauzers, Molossos e Boiadeiros Suíços
Modelo 3D disponível

Ficha Técnica

PESO

32–52kg

ALTURA

58–70cm

ENERGIA

Moderado

VIDA

7–10anos

PORTE

Grande

ORIGEM

Suíça🇨🇭

TEMPERAMENTO

AfetuosoFielInteligenteCalmoGentil

PELAGEM

Tricolor (preto, branco e ferrugem)

TIPO DE PELO

Longo, liso a levemente ondulado, brilhante

GRUPO FCI

Grupo 2 - Pinschers, Schnauzers, Molossos e Boiadeiros Suíços
Conheça a fundo

Informações

Sobre a Raça

O Bernese Mountain Dog é um gigante gentil com uma pelagem tricolor deslumbrante. Afetuoso e paciente, é excelente com crianças e outros animais. Adora estar com a família e é um companheiro de coração enorme, embora infelizmente tenha uma expectativa de vida relativamente curta.

História

Originário dos Alpes suíços, especificamente da região de Berna. Era usado pelos fazendeiros como cão de tração (puxava carroças de leite), pastoreio e guarda. É uma das quatro raças de Sennenhund suíças.

Cuidados

Pelagem longa com escovação 2-3 vezes por semana (diária na troca). Exercício moderado (1 hora). Não tolera calor excessivo. Espaço amplo necessário. Babam moderadamente.

Saúde

Propenso a histiocitose maligna (câncer agressivo — maior causa de morte prematura), displasia de quadril e cotovelo, torção gástrica e atrofia progressiva de retina. Expectativa de vida relativamente curta.

Bernese Mountain Dog — vista lateral
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Bernese Mountain Dog quando filhote

Olha que neném

Bernese Mountain Dog filhote

Você sabia?

O cão-vaqueiro suíço que puxava leite e quase sumiu no século XIX

O Bernese Mountain Dog, ou Berner Sennenhund, nasceu nas fazendas dos Alpes suíços como cão de trabalho multifuncional. "Senn" significa pastor de alpes em alemão suíço, e por séculos essa raça de três cores (preto, branco e canela) puxava carroças de leite e queijo das montanhas até as aldeias, tocava gado, guardava fazendas e ainda servia de aquecedor humano durante os invernos alpinos. Os queijeiros suíços literalmente colocavam pequenos barris de leite nas laterais do Berner para transporte. Até o final do século XIX, a raça quase desapareceu. A industrialização tornou as carroças obsoletas, os fazendeiros começaram a preferir cães menores e mais baratos, e em 1890 restavam só algumas dezenas de exemplares espalhados no cantão de Berna. O professor universitário Albert Heim assumiu pessoalmente a missão de salvar a raça, rastreando os últimos cães puros em fazendas isoladas e criando um programa de reprodução que levou décadas. Hoje há uma tragédia silenciosa associada ao Bernese: a expectativa de vida média é de apenas 7 a 8 anos, uma das menores entre todas as raças, com altíssima incidência de câncer. Todo dono de Berner sabe dessa matemática cruel desde o primeiro dia, e mesmo assim continua adotando. Porque, como dizem os suíços, "três anos de filhote, três anos de cão adulto, três anos de idoso — e uma vida inteira de saudade".